A equipe do Acorda Cidade foi á rua Kito e constatou que a situaçãoé preocupante. Só em uma casa cinco pessoas de uma mesmafamília foram hospitalizadas com suspeitas da doença.
A dona de casa Maria de Lurdes Dias dos Santos teve que serinternada juntamente com o marido e um filho. Ela conta que asplaquetas diminuíram bastante e ainda vem sentindo fortes dores decabeça."A dengue aqui está sem controle. São vários casos e nãoapareceu ninguém para tomar uma providência", afirmou.
Ele explica que os primeiros casos de pessoas suspeitas de denguena rua Kito surgiram há cerca de 20 dias. Primeiro os sintomas dadoença apareceram na casa da vizinha Francisca Melo e em maisquatro pessoas. Depois foi a vez dela, o marido e um filho quetiveram que ser medicados.
A estudante Luana Mile da Silva Lima está com suspeita de denguehemorrágica há oito dias. Ela se queixa de fortes dores e tontura.Depois de ter sido internada ela foi liberada e aguarda os resultadosdos exames.
Luana e outras pessoas que residem na rua Kito estão reclamandoda falta de ação do serviço de Vigilância Epidemiológica. Segundoela, até agora nenhuma equipe compareceu ao local para orientaros moradores.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, Janice Estrela, diz que osagentes de endemias e os técnicos do setor não foram fazer bloqueio de combate aos focos do mosquito porfalta de informações dos hospitais Clériston Andrade e Unimed sobre o número de casos.
Ela garante que neste sábado (07), uma equipe da Secretaria de Saúde vai ao local para dá orientações ácomunidade e lamentou a atitude dos hospitais em não fazer a notificação a coordenação de VigilânciaEpidemiológica.
"Quando se notifica esses casos a vigilância manda uma equipe de campo para fazer o bloqueio e impedir queapareçam novos casos", afirmou Janice.
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