domingo, 8 de janeiro de 2012

Dez pessoas de uma mesma rua são internadas com suspeita de dengue em Feira de Santana

Ney Silva/Acorda CidadeCerca de 10 pessoas de uma mesma rua do bairro Santo Antôniodos Prazeres em Feira de Santana tiveram dengue  duassemanas e algumas foram internadas nos Hospitais Unimed eClériston AndradeOs focos do mosquito Aedes Aegypti ainda nãoforam detectados por técnicos da Vigilância Epidemiológica devido afalta de notificação dos hospitais.

equipe do Acorda Cidade foi á rua Kito e constatou que a situaçãoé preocupante em uma casa cinco pessoas de uma mesmafamília foram hospitalizadas com suspeitas da doença.

A dona de casa Maria de Lurdes Dias dos Santos teve que serinternada juntamente com o marido e um filhoEla conta que asplaquetas diminuíram bastante e ainda vem sentindo fortes dores decabeça."A dengue aqui está sem controle. São vários casos e nãoapareceu ninguém para tomar uma providência", afirmou.

Ele explica que os primeiros casos de pessoas suspeitas de denguena rua Kito surgiram  cerca de 20 diasPrimeiro os sintomas dadoença apareceram na casa da vizinha Francisca Melo e em maisquatro pessoasDepois foi a vez dela, o marido e um filho quetiveram que ser medicados.
estudante Luana Mile da Silva Lima está com suspeita de denguehemorrágica  oito diasEla se queixa de fortes dores e tontura.Depois de ter sido internada ela foi liberada e aguarda os resultadosdos exames.

Luana e outras pessoas que residem na rua Kito estão reclamandoda falta de ação do serviço de Vigilância Epidemiológica. Segundoelaaté agora nenhuma equipe compareceu ao local para orientaros moradores.

coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, Janice Estreladiz que osagentes de endemias e os técnicos do setor não foram fazer bloqueio de combate aos focos do mosquito porfalta de informações dos hospitais Clériston Andrade e Unimed sobre o número de casos.
Ela garante que neste sábado (07), uma equipe da Secretaria de Saúde vai ao local para  orientações ácomunidade e lamentou a atitude dos hospitais em não fazer a notificação a coordenação de VigilânciaEpidemiológica.

"Quando se notifica esses casos a vigilância manda uma equipe de campo para fazer o bloqueio e impedir queapareçam novos casos", afirmou Janice.

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