Na delegacia a garota Jaciara alegou que o feto tinha cinco meses.Ela disse que ingeriu o medicamento abortivo, Citotec, porque nãoqueria o filho pelo fato de já ter uma criança de dois anos e não tercondições de criar, pois o pai não quis se envolver.
“Procurei o pai, mas ele não me disse nada, foi aí que desesperadacomprei o medicamento abortivo pagando R$ 200,00”, contou.
A delegada Klaudine Passos, titular do Núcleo de Homicídios, disseao Acorda Cidade que a polícia chegou até a garotaatravés da informação de que Jaciara estava grávida de sete mesese que teria ingerido o medicamento abortivo Citotec, que foi aplicadocom utilização de seringas.
Ainda de acordo com adenúncia citada peladelegada, a jovem teria dadoà luz a criança ainda comvida. “Sem adotar oscuidados necessários acriança, que já estava com ocorpo formado, veio a óbito”, afirmou a delegada.
“A equipe esteve no local e se certificou que Jaciara estava grávida no dia20 de Dezembro do ano passado, apesar de ter dito que nunca esteve grávida. O feto foi encontrado dentro deuma caixa de sapato em uma fazenda, em estado de composição” relatou Klaudine.
Jaciara vai responder o procedimento regular (Inquérito Regular) devido ao fato de não estar em situação deflagrante. Os familiares também vão responder pela ocultação de cadáver. Klaudine informou que asinvestigações irão continuar no intuito de localizar a pessoa que vendeu o medicamento abortivo.
Após os depoimentos, Jaciara Oliveira e sua mãe Matildes Santos Oliveira foram liberadas.
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